Alimentação é decisiva para manter qualidade de vida dos pets



O Brasil possui a segunda maior população de animais de estimação do mundo com aproximadamente 37 milhões de cães e 21 milhões de gatos, segundo dados da Abinpet (Associação Brasileira de Indústria de Produtos para Animais de Estimação).

Considerados por muitos como sendo membros da família, o proprietário preza pela saúde e bem-estar do seu pet. Antes de ter um animal de estimação é necessário observar qual raça se adapta melhor ao tamanho da casa, considerando que o filhote vai crescer e exigir espaço.

Os pets necessitam de muito amor e carinho, além de visitas frequentes ao veterinário para verificar doenças e tomar vacinas. A preocupação com a alimentação também não pode deixada de lado. Estudos ser mostram que aproximadamente 37% dos cães e 39% dos gatos ainda recebem comida caseira de seus donos. No entanto, o alimento caseiro pode causar desequilíbrios nutricionais, intolerância ou até ser tóxicos a estes animais. Ingredientes como alho e cebola, muitas vezes presentes na comida, também geram problemas aos animais – em excesso podem provocar anemia, diarreia e vômito.

Os proprietários optam pela alimentação industrializada por proporcionar uma nutrição completa e balanceada aos pets. Antes de comprar, verifique com o veterinário os nutrientes que seu pet precisa. Na hora da compra, fique atento às informações do rótulo para saber se suprem as necessidades de seu animal.

As indústrias brasileiras de produtos para pets têm investido fortemente no bem-estar animal. Os fabricantes estão preocupados com o desenvolvimento dos animais e utilizam estudos nutricionais na elaboração dos produtos de qualidade para compor as rações. Para se ter uma ideia, no ano de 2012, a produção de rações para pet no Brasil atingiu 63 milhões de toneladas, segundo dados do Sindirações.

Alimentação colabora no tratamento de diabetes e obesidade

Problemas que afetam a saúde humana também estão presentes na vida dos animais, como o diabetes e a obesidade que podem ser adquiridos por maus hábitos alimentares.

A diabetes é uma doença silenciosa que também ataca os pets. É um problema hormonal que reduz a capacidade do sangue de metabolizar o açúcar. Pode acontecer de duas formas: primeira quando as células do pâncreas não produzem insulina suficiente, precisando de reposição diária do hormônio. A segunda maneira é quando o corpo produz insulina e não utiliza de forma correta o hormônio.

O proprietário deve ficar atento a alguns sintomas que sinalizam o diabetes, como: aumento da produção de urina, da fome e sede, catarata e emagrecimento.

A ocorrência de diabetes tem aumentado nos últimos anos em cães, sendo mais comum em animais de meia-idade (com mais de sete anos) e em fêmeas (possuem maior predisposição à doença).

Já no caso da obesidade, o animal pode adquiri-la por diversos motivos: superalimentação, hipotiroidismo, lesão no hipotálamo que prejudica o cão a perceber que está saciado. Essa doença provoca a diminuição da resistência do animal, além de transtornos no aparelho locomotor, dificuldades cardiopulmonares, problemas reprodutivos, predisposição ao diabetes em gatos, enfermidades infecciosas e transtornos cutâneos.

Ingredientes naturais compõem rações.

O mercado já conta com opções de rações com ingredientes naturais, sem adição de corantes nem conservantes químicos.

O Grupo Guabi, um dos maiores produtores de rações e suplementos do país, tem a linha Guabi Natural é um produto natural, que garante o balanço entre a restrição calórica e o fornecimento de quantidades ideais de nutrientes, compensando os efeitos da redução alimentar. Sua formulação possui alta quantidade de proteína, baixa gordura e L-Carnitina, que proporcionam uma menor ingestão de energia, auxiliando na perda de massa gorda e na manutenção de massa magra.

O uso de fibras específicas em sua fórmula aliadas à utilização de fontes de amido de assimilação lenta, como o sorgo e a lentilha, contribuem para o controle da glicemia. O produto pode ser encontrado nas versões cães e gatos obesos e diabéticos.

Quanto mais rapidamente forem detectados os problemas em pets, melhores serão os resultados do tratamento, que deverão ser acompanhados pelo veterinário.

O clique perfeito! Como tirar boas fotos de animais pretos?



Quem tem um cão ou gato de pelos cinza-escuros ou totalmente pretos, provavelmente já se frustrou ao tirar fotos do pet e ver apenas borrões e escuridão na imagem. Muitos acreditam que a culpa pode ser da câmera fotográfica ou do próprio fotógrafo. Mas a principal responsável é a má direção ou falta de iluminação.

Isso porque não há uma definição ou separação entre o pet e um fundo de cor escura. De nada adianta se o seu bichinho for super fotogênico ou calmo ao tirar uma foto. O que deve prevalecer, neste caso, é uma iluminação regular e direcionada.

Qualquer câmera e celular podem e devem tirar boas fotos, independente da sensibilidade e dos gostos do fotógrafo. Como solução, o Instagram pode auxiliar bastante nessas horas.

O aplicativo é baixado de forma gratuita e oferece diversos efeitos de cores, filtros e molduras, além de compartilhar as imagens em todas as redes sociais. Veja alguns efeitos que podem ser usados precisamente para fotos com pets.
Editores e aplicativos de imagens

O filtro “Valencia” do Instagram é conhecido por dar um bom contraste com leve saturação de cinza e marrom para a fotografia. Já o “Rise” possui um recurso que trabalha com a profundidade da imagem, trazendo o objeto fotografado para o primeiro plano, realçando a cabeça do pet. O “Lux” ajuda a mostrar partes pouco iluminadas e sombreadas da foto.

Há também aplicativos pagos que oferecem outros efeitos, como o Diptic, o PicFrame, o PhotoShake e o Night Vision Câmera, criado para tirar fotos no escuro.

Alguns truques para a foto ficar ainda mais bonita são: limpar a lente da câmera ou do celular, configurá-los para salvar as imagens com o máximo de resolução disponível e a escolha de ambientes bem iluminados, especialmente pelo sol.

Procure brincar com todas as configurações do telefone e da máquina, optando por diferentes tipos de flash, tempo de exposição ou níveis de cores. Além disso, varie as posições e os lugares onde os pets estão para que a luz mude de ângulo e favoreça o rosto e o corpo do animal.

Tome cuidado: celulares do tipo smartphone, com flash de LED, às vezes comprometem as fotos pelo excesso de luz que emitem. Uma boa dica é colocar um pedacinho de papel na frente do flash.

Preste atenção dobrada ao fundo da foto. Note as cores das paredes e objetos que possam destoar ou atrapalhar o animal na hora do clique. Surpreenda com ajustes e ângulos inventivos. Observe placas, grafites ou objetos decorativos na calçada ou dentro de casa, por exemplo, que produzam fotos curiosas e artísticas. Brinque com jogos de luz e sombras e coloque a criatividade em dia.

Banho em gatos: lambidas x chuveiro


Aquele “banho” em que o gato dá com a própria língua não basta para deixá-lo livre das impurezas. Na verdade esse hábito tão comum entre os gatos não é exatamente para sua higiene, esse comportamento está mais ligado ao seu instinto de proteção, pois ao lamber-se, seu cheiro acaba sendo camuflado.

Mitos como os de que gato não gosta de banho ou tem medo de água, acaba por fim prejudicando os bichanos nesse quesito. Um gato só apresenta rejeição ao banho, se não for acostumado com ele desde pequeno. Portanto deve-se dar banho sim, pois sua língua retira uma parte da sujeira, mas sua saliva não é antibacteriana, logo ele não fica livre de possíveis doenças.

O interessante é dar banhos pelo menos uma vez ao mês, sempre usando produtos específicos para gatos e água morna. Gatos com a pelagem longa também podem ser submetidos a uma tosa higiênica, principalmente nas épocas mais quentes do ano.

Caso prefira não dar banho em casa, existem pet shops e profissionais especializados em banhos para felinos. Basta informar-se. E lembre-se, sempre consulte um veterinário em ralação a qualquer decisão que for tomar sobre esses cuidados com o seu gato!

Sete problemas que causam diarreia nos filhotes



Um problema muito comum que acomete filhotes de cães é a diarreia. A gravidade da disfunção intestinal pode variar de leve a muito grave, podendo até ser fatal, dependendo da causa, que nem sempre pode estar relacionada com a alimentação. Confira algumas situações que podem provocar a diarreia:

Vermes

Entre as causas mais comuns da diarreia em filhotes estão os vermes, como lombrigastênias e parasitas. Muitos cachorrinhos nascem ou os adquirem logo após o nascimento, a partir do leite da mãe. O ponto positivo é que, na maioria dos casos, os vermes geralmente são fáceis de tratar. Por isso, é importante verificar com o veterinário com que frequência seu cão deve tomar o vermífugo.

Protozoários parasitas

Assim como os vermes, os protozoários parasitas também podem causar sintomas. Eles se alojam no trato gastrointestinal do bichinho. Diferente dos vermes, estes parasitas são organismos unicelulares. Os protozoários mais comuns encontrados nos filhotes são os coccídeos e a giárdia. Esses dois parasitas são razoavelmente fáceis de tratar. No entanto, eles têm facilidade em provocar desidratação, o que pode trazer sérias complicações ao pet.

Mudanças na alimentação

Muitas vezes, os donos mudam a dieta de seus filhotes radicalmente. A intenção pode até ser boa, ao oferecer um alimento mais nutritivo, por exemplo, mas cuidado ao trocar a comida da qual ele está acostumado por outra. Independentemente disso, as mudanças bruscas frequentemente acarretam em problemas para o trato intestinal do filhote e aí se dá a diarreia. O correto é fazer a mudança de forma gradual, num espaço entre 7 e 10 dias. Uma dica é misturar um pouquinho do novo alimento com o que ele está acostumado a consumir. Faça a substituição de forma gradual.

Estresse

O estresse é um fator conhecido como causador de diarreia em muitos de nós e nos filhotes também. Ter sido separado de sua mãe e de seus irmãozinhos, e passar a morar em uma nova casa e ter uma nova família podem ser o suficiente para causar a diarreia em alguns cachorros.

Comer objetos estranhos

Assim como as crianças, os filhotes são curiosos e aprontam das suas. É comum vê-los com objetos estranhos na boca, e é aí que mora o perigo, pois quando ingeridos, podem ser um potencial para a doença. Um sinal que pode denunciar que o bichinho comeu o que não deveria comer é a diarreia. Porém, em algumas situações, esses objetos podem se alojar no estômago ou intestino, causando obstrução e tornando-se potencialmente fatal.

Parvovirose canina

parvovirose canina, também chamada de parvo ou CPV, é uma doença viral que pode ser facilmente transmitida pelo contato com as fezes de cães infectados. Muitas vezes a parvovirose pode ser fatal para os filhotes. Os sintomas de que os cachorrinhos estão com parvovirose são diarreia, vômitos, falta de apetite, letargia e desidratação.

Coronavírus canino e outras doenças

Além do parvovírus, outros vírus também podem infectar os filhotes e causar diarreia. Entre elas, está o coronavírus canino. Embora não seja tão grave quanto a parvovirose, essa virose pode deixar o cachorro muito doente.

Outros sintomas

Um dos sinais de que o cãozinho está com problemas intestinais é o hábito de comer grama. Isso acontece para estimular o vômito. Perda de apetite, fezes com a presença de muco ou sangue, náuseas, perda de peso e flatulências também podem ser sintomas de problemas no trato intestinal. Fique atento ao comportamento do seu pet!

Como tratar a diarreia em filhotes?

Considerando que as causas podem ser variadas, é necessário que um médico veterinário avalie e dê o diagnóstico do paciente. Com base nisso, ele irá escolher o melhor remédio para diarreia e a dieta ideal para que o animal se recupere.
Se o seu filhotinho está sofrendo de diarreia, não está comendo e estiver vomitando, saiba que isso não se resolve de uma hora pra outra. A melhor coisa a fazer é levar seu pet ao veterinário para uma consulta. Se possível, leve uma amostra das fezes para que o veterinário examine.

Pós-operatório de animais pede cuidados específicos

Siga as recomendações e o pós-operatório será um sucesso. Fonte: Flickr.

Para que uma cirurgia veterinária seja bem-sucedida, um pós-operatório cuidadoso é fundamental. Ainda que os hospitais e clínicas veterinárias realizem o atendimento necessário logo após o procedimento cirúrgico, são os pequenos cuidados na volta para casa que fazem toda diferença na recuperação dos animais.

O primeiro aspecto a ser considerado é manter o animal em um local limpo e em espaço limitado, para evitar que ele se movimente demais. Deixar o animal em observação no pós-operatório é fundamental para evitar complicações, já que é comum que ele lamba, coce ou morda o corte e os pontos. O uso de colar elizabetano ou roupa cirúrgicatambém ajuda a minimizar o risco de lesões nestes casos. O curativo no local dos pontos deve ser trocado diariamente, após adequada limpeza do ferimento.

O proprietário também deve ficar atento à administração de antibióticos e antiinflamatórios, respeitando as doses e a duração do tratamento prescrito pelo veterinário. Dessa forma, o animal não sentirá dor nem terá problemas de saúde mais graves.

Para acelerar o processo de cicatrização, o uso de produtos naturais pode ser uma alternativa. Um deles é o Propovets, produto que contém própolis verde em sua fórmula, cujas propriedades são antibacterianas e antifúngicas. Em forma de gel, é um aliado no pós-operatório, pois forma uma película de proteção sobre o local em que é aplicado e contribui para uma regeneração mais rápida. Para higienizar e manter a saúde da pele e do pelo, o shampoo e o condicionador com o mesmo princípio ativo são opções.

Fique atento:

Logo após a cirurgia, o animal estará parcialmente sob o efeito do anestésico.

Poderá não reconhecer o dono, apresentará andar cambaleante, evacuar e urinar sem controle e vomitar;

O retorno à alimentação só deve ser realizado quando o animal demonstrar interesse espontaneamente. O organismo ainda estará metabolizando os medicamentos, comer contra a vontade poderá haver vômito;

Deve-se ficar atento aos pontos cirúrgicos e verificar se há inchaço, secreção, mudança de coloração ou cheiro na região. Diante de qualquer alteração, procure o veterinário imediatamente;

Esforço físico excessivo pode causar o rompimento dos pontos internos ou externos. É necessário monitorar o animal e mantê-lo em local baixo, evitando movimentos bruscos e vigorosos;

O colar elizabetano e a roupa cirúrgica são indicados porque quando o animal sente coceira ou dor vai direto para o foco: os pontos da cirurgia;

O local de repouso para as primeiras horas do pós-operatório deve estar limpo, silencioso e aquecido.

Serviço: Propovets
SAC: 0800 880 1190