Verão: 4 receitas refrescantes de petiscos para seu cão



O calor vem aí e um sorvetinho sempre cai bem! Anote as receitas saudáveis que preparamos especialmente para o seu amigo curtir a estação mais quente do ano


Picolés de Frango

Ingredientes (rende 4 copinhos de frango):

2 peitos de frango, cozidos e picados (coloque no liquidificador se necessário)
2 xícaras de água
1 colher de sopa de salsinha

Modo de fazer:

Divida o frango cozido e picado entre os copos descartáveis, cerca de 1/4 xícara de frango em cada um.
Em uma tigela pequena misture a água e a salsa.
Divida a mistura de água entre os copos descartáveis, cerca de 1/2 xícara em cada um.
Coloque no congelador durante 8 horas.
Tire o picolé colocando água morna em volta do copo descartável.


Se o seu cão prefere carne a frango, não se preocupe! Nós temos uma receita de picolé para isso também.

Picolé de hambúrguer

Ingredientes

1 xícara de chá carne moída cozida (aproveite para usar os restos!)
1 colher de chá cheia de queijo ralado
2 a 3 colheres de sopa de caldo de carne com baixo teor de sódio e baixo teor de gordura

Modo de fazer:

Coloque 1/2 colher de chá de carne moída em cada seção de uma bandeja de cubos de gelo.
Espalhe um pouco de queijo ralado por cima.
Despeje o caldo de carne sobre ingredientes.
Congele por aproximadamente 8h e, depois disso, já está pronto para o consumo.

Dica: Comprar uma bandeja de cubos de gelo de plástico especialmente para esta finalidade.

Gelatina de Carne

Ingredientes:

1 xícara de café de caldo de carne com baixo teor de sódio e pouca gordura
2 colheres de sopa de gelatina incolor e sem sabor

Modo de Fazer:

Em uma panela média, trazer o caldo para ferver. Retire do fogo e deixe esfriar por 3 a 4 minutos.
Coloque a gelatina em pó e misture, cuidando para não deixar grumos.
Deixe mistura esfriar e em seguida despeje em moldes.
Leve à geladeira por algumas horas, até endurecer.


Seu cachorro é vegetariano? Sem problemas! Receita de um petisco levinho para seu pet!

Biscoitos de Menta

Ingredientes

1 ½ xícaras de aveia
4 colheres de sopa de salsa fresca picadinha
2 colheres de sopa de hortelã fresca picadinha
1 colher de sopa de mel puro
2 colheres de azeite
1 ovo batido
Água (3 colheres de colher de chá)

Modo de Fazer

Preaqueça o forno a 180°C.
Em uma tigela grande, misture a aveia, salsa e folhas de hortelã e misture. Em uma tigela pequena, misture o azeite e mel.
Despeje a mistura de óleo de oliva e mel na aveia e mexa. Adicione o ovo e mexa até ficar bem misturado.
Sove a massa com as mãos para misturar bem os ingredientes juntos. Adicione uma colher de chá de água de cada vez para ajudar. Isso deve levar cerca de 3-5 minutos.
Usando um rolo ou as mãos, abra a massa com aproximadamente 3 cm de altura.
Corte na forma desejada com cortador de massa de biscoito.
Coloque os biscoitos em uma assadeira antiaderente e leve ao forno por 15 minutos.

Dica: Coloque os biscoitos em um pote fechado na geladeira para consumo posterior.

Dicas Extras:

Você pode congelar em um balde, os brinquedos (de preferência de plástico) preferidos do seu pet, e depois deixá-lo brincar com o pedaço de gelo!
Aproveite as férias da criançada para cozinhar com a família toda e experimente variações das receitas!
Coloque sempre cubos de gelo na água do seu animal de estimação.
Nos dias de mais calor, encha uma piscininha inflável e divirtam-se!

Quais os significados dos miados do seu gato?



Você sabia que os gatos têm sons específicos para demonstrar saudade, fome, felicidade e até dor? Aprenda a reconhecê-los

Por não conseguirem demonstrar seus sentimentos por meio de expressões faciais, os gatos possuem uma vasta comunicação, emitindo sons.

Miados


Ao miar, eles podem emitir diversas frequências de sons e cada uma possui um significado. Miados curtos, normalmente, são mais frequentes em atividades cotidianas, como ao ouvir o chamado do dono ou quando está com fome.
Já os miados mais longos, são emitidos quando os gatos estão com dores, feridos ou por fêmeas no cio. Se além de longos, os miados forem agudos, significa que o gato está “exigindo” algo, como por exemplo, ser alimentado naquele momento.

Os miados fracos, quase inaudíveis, podem ser considerados miados de saudade; normalmente os gatos emitem esse som quando reencontram seu dono, horas depois de terem passado algum tempo distante um do outro.

Ronronar


O ato de ronronar é, considerado por muitos, uma expressão de felicidade dos gatos. Mas já foi comprovado que o som pode ser emitido mesmo quando estiverem aborrecidos, machucados ou até sentindo-se ameaçados.

Os “ronrons” são emitidos pela vibração dos músculos da laringe e do diafragma do gato e ele consegue fazer isso ao mesmo tempo em que inspira e solta o ar.

Um estudo publicado pela Scientific American aponta que ronronar pode melhorar a densidade dos ossos e contribuir para a autocura dos gatos, em casos de ferimentos ou doenças.

Dicas para se comunicar melhor com seu gato



Você sabia que os gatos desenvolveram um sistema de comunicação com centenas de vocalizações diferentes para dizer aos humanos o que eles querem ou precisam? Palavra de cientistas. O corpo também diz muito: a cauda e os olhos indicam felicidade, agressividade ou medo.

Compreender como seu gato está se pedindo e como os gatos interpretam sua maneira de falar com eles pode ajudar a cultivar uma relação mais próxima com seu felino.

Anote aí cinco dicas para melhorar a comunicação com seu bichano:

Entenda o motivo e a forma como os gatos se comunicam


Miar não é o jeito preferido de falarem com você. A comunicação de um gato consiste num sistema complexo de olfato, expressão facial, linguagem corporal e tato. Os gatos sabem muito bem que não compreendemos os sinais não verbais que eles mandam uns aos outros, é aí que preferem vocalizar, numa tentativa de se comunicarem do nosso “idioma”. Fique atento aos sons e as ações que usam para falar com você, os gatos sempre aprendem um jeito novo de pedir alguma coisa.

Quais as circunstâncias de cada miado?


Observe seu gato enquanto ele mia e note se é capaz de distinguir quais sons ele usa em quais pedidos ou para quais protestos.

  • Miado curto: usado como reconhecimento geral e cumprimento padrão.
  • Muitos miados: cumprimentos entusiasmados.
  • Miado tom médio: pode ser um pedido por algo como comida ou água.
  • “Mrrroooow” longo: demanda mais insistente por um desejo ou necessidade.
  • “MRRRooooowww” grave: descontentamento, reclamação ou uma preparação para a briga.
  • Miado alto e grave: pedido urgente por alguma coisa, como comida.

Identifique a comunicação que não envolve miados


O miado é o som mais associado ao gato, mas não é o único. Temos também o
  • Ronronar: som vibratório feito com a garganta, que convida ao convida ao contato próximo ou pode ser tido como um pedido de atenção. O ruído é quase sempre associado ao contentamento.
  • Sibilar: sinal de agressividade ou autodefesa de um felino. Indica que o animal está infeliz, que se sente assustado ou ameaçado ou que pode estar se preparando para uma briga.

A cauda também manda sinais sobre como seu felino se sente

Como os cães, os gatos também se comunicam com o movimento das caudas. Observar a posição do rabo em conjunto com as vocalizações pode ajudar você a entender o que seu gato quer.
  • Cauda reta para cima e com a ponta curva: felicidade.
  • Cauda se contraindo: agitação ou felicidade.
  • Pelo da cauda armado: seu gato está agitado ou sentindo-se ameaçado.
  • Cauda vibrando: ele está animado e feliz em vê-lo.
  • Pelo esticado para cima com a cauda se curva: sinal de agressividade extrema, briga ou autodefesa.
  • Pelo esticado para cima, mas a cauda baixa: gato agressivo ou assustado.
  • Cauda para baixo, entre as pernas: seu gato está assustado.

Os olhos dizem muito


Repare nos olhos do seu gato, isso o ajudará a se conectar com seu felino e a ler seus sentimentos. 

Cuidado: encarar direto sem piscar pode ser entendido com agressividade pelo seu gato, o que o deixará desconfortável.
  • Pupilas dilatadas: pode significar animação ou medo. Use outros sinais para descobrir qual é o comportamento dele.
  • Olho no olho: quando um gato olha para os seus olhos, quer dizer que ele confia em você e se sente confortável na sua companhia.
  • Piscar lentamente: é um sinal de carinho.

Cavalo comove família de vaqueiro morto ao 'se despedir' do dono na PB


Levado para velório, cavalo reclinou a cabeça no caixão, em Cajazeiras.
Irmão do vaqueiro morto disse que vai cuidar e manter o cavalo na família.

Um cavalo comoveu a família e os amigos do vaqueiro paraibano Wagner Figueiredo de Lima, que morreu em um acidente de moto na madrugada do último dia 1º deste mês. O animal foi levado para se despedir do dono e ao ser colocado próximo ao veículo onde estava o corpo, deitou a cabeça sobre o caixão, um momento que chamou a atenção de todos que foram ao velório de Wagner de Lima. O enterro do vaqueiro aconteceu na tarde desta terça-feira (3) na cidade de Cajazeiras, Sertão da Paraíba.

“Esse cavalo era tudo para ele [Wagner], era como se o cavalo soubesse o que estava acontecendo e quisesse se despedir. Durante todo o trajeto até o cemitério ele relinchava e batia com as patas no chão”, disse Wando de Lima, irmão de Wagner. Foi Wando quem teve a ideia de levar o cavalo para o enterro do irmão e organizou as homenagens junto com outros vaqueiros e amigos de Wagner.

Com a morte do irmão, Wando de Lima disse que vai assumir a responsabilidade de manter e cuidar do animal.

Segundo ele, o cavalo que já estava há oito anos com Wagner vai ficar "para sempre" com a família.

Wagner de Lima Figueiredo tinha 34 anos e além de vaqueiro era funcionário da Prefeitura de Cajazeiras, no Sertão da Paraíba. Wagner morreu na madrugada do último dia 1º deste mês em um acidente de moto no estado do Rio Grande do Norte. Ele estava sozinho na motocicleta no momento do acidente e chegou a ser socorrido para um hospital da cidade de Mossoró, onde passou por cirurgia, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

Epilepsia em cães: quais os sintomas e como tratar?

A epilepsia em cães exige cuidados e atenção do tutor | Foto: Divulgação
Ver seu cãozinho ter uma crise epilética não é nada fácil. Mas, a epilepsia em cães pode ser uma doença comum e é preciso investigar as causas da doença para evitar que o animal sofra. Infelizmente, a doença é a mais comum na área neurológica. Ela acontece quando o cachorrinho tem espasmos ou convulsões provocadas por descargas elétricas dos neurônios.
Existem dois tipos de epilepsia. A primeira, conhecida como idiopática, tem origem genética e aparece quando o animal ainda é um filhote. Os casos costumam ser mais comuns em machos de raça pura. As mais comuns são Keeshond, Pastor Alemão, Bernese Mountain, Irish Wolfhound, Pastor Belga, Vizsla, Labrador Retriever, Pastor Shetland, Teckel, Beagle e Golden Retriver.
A epilepsia idiopática pode se intensificar com o passar do tempo ou pode estacionar, tudo isso vai depender da aplicação do tratamento adequado e da eficácia do mesmo.
O segundo tipo é a secundária, quando as convulsões são provocadas por fatores que envolvem acidentes, tais como pancadas, choques e fatores psicológicos. Por isso, você deve ficar atento aos sintomas que o cachorro apresenta. Se ele bateu a cabeça recentemente, a epilepsia pode ser temporária.
Portanto, não hesite em buscar ajuda médico-veterinária caso o seu animal dê sinais de agitação incontrolada, espasmos bruscos ou convulsões involuntárias. Eles podem ser sinal que o bichinho está com alguma desordem neurológica e precisa de atendimento especializado urgente. O tratamento envolve medicação especializada e cuidados com a alimentação.
Conheça outras doenças neurológicas que podem afetar os animais
Além da epilepsia, os animais domésticos podem desenvolver outras doenças relacionadas ao sistema neurológico. Fique atento (a) e aprenda a identificar os sintomas. Desta forma, você pode procurar o mais rápido possível a orientação de um veterinário.
Parkinson – A doença tem fama entre os seres humanos, mas você sabia que ela pode atingir também o seu cãozinho? Doença de origem hereditária, o Parkinson se apresenta nos cachorros com tremores nos membros inferiores, lentidão, dificuldades de equilíbrio e espasmos.
Demência – Cientificamente chamada de Síndrome de Disfunção Cognitiva, a demência atinge o mundo animal com desorientação, perda de memória e confusão. Os sintomas que podem ser observados são quando o seu cachorrinho olha muito para as paredes sem ter nada aparentemente diferente, quando anda muito em círculos e parecem desconhecer pessoas da família.
Miastenia Gravis – Essa patologia atinge principalmente os músculos, causando fraqueza. Isso acontece quando os neurônios não conseguem transmitir os impulsos para a musculatura. Desta forma, o animal não tem força para nada, por vezes, nem consegue ficar ereto sobre as quatro patas.