Estudos comprovam que animais tem sentimentos

Vários estudos científicos têm comprovado que, à semelhança dos seres humanos, algumas espécies animais têm consciência da morte do outro e fazem o seu luto. Sozinhos ou em grupo, expressam a dor pela perda do outro e, em alguns casos, o sofrimento é tanto que acabam também morrendo. Em alguns animais foram mesmo observadas lágrimas nos olhos, nesses momentos de dor.

Duas pesquisas publicadas no Current Biology, em abril deste ano, referem que os chimpanzés têm consciência da morte, tal como nós. Foram observadas mães-chimpanzés a carregarem o corpo dos seus bebês durante vários dias, até estes mumificarem. Um dos trabalhos descreve os últimos momentos de Pensy, uma fêmea com mais de 50 anos que vivia no Safari Park de Blair Drummond, na Escócia. O grupo de  chimpanzés manteve-se sempre próximo dela, silencioso e tentando reconfortá-la. Quando Pensy morreu, a filha, Rosie, e os outros indivíduos do grupo abanaram-lhe a cabeça e os ombros, como que querendo acordá-la. Foram dormir mais tarde e evitaram os locais por onde Pensy parava.


Os elefantes experimentam muitas sensações semelhantes às dos seres humanos, destacando-se, no mundo animal, pela tristeza e dor que expressam quando perdem um companheiro. Enquanto que a maioria das espécies não hesita em deixar para trás um elemento do grupo doente ou moribundo, os elefantes são incapazes de o fazer, rodeando-o de mil e uma atenções. Quando esse membro do grupo morre, tentam levantá-lo, com a tromba e as patas, mas quando percebem que morreu, ajoelham-se junto ao corpo e choram a perda. Foram ainda registrados casos em que elefantes bebês que assitiram à morte da progenitora acordam a gritar.


Pete Wedderburn, um médico-veterinário com mais de 25 anos de experiência, conta no seu blog que os cães ficam deprimidos com a morte de um companheiro (seja este um animal ou um ser humano), podendo ficar mais quietos e perder o apetite. Este médico-veterinário aconselha a levar o animal a passear mais vezes, especialmente em locais onde possa interagir com outros cães. Em alguns casos, embora seja raro, poderá ser necessário administrar-lhe anti-depressivos.

Também os gatos mostram sinais de dor pela perda de um companheiro (seja este outro gato, um cão ou o tutor). Nos primeiros tempos, percorrerem os locais por onde o parceiro andava, à sua procura, e miando baixinho, como se estivessem chorando. Sarah Hartwell, no site MessyBeast, conta o caso de dois gatos, cujo tutor morreu, que reagiram de forma diferente a essa perda. Ambos deixaram comer, mas depois de o médico-veterinário lhes ter administrado medicamentos que estimulam o apetite, um deles recuperou, enquanto o outro continuou sem apetite e morreu. Alguns investigadores consideram que os gatos têm a mesma percepção da morte que as crianças de tenra idade, ou seja, não têm consciência de que a morte é um estado permanente.

Marc Bekoff, num artigo publicado na Psychology Today, conta que dois cientistas assistiram à dor de um grupo de lobos devido à perda da fêmea omega, Motaki, morta por um leão. Desde então, nunca mais uivaram em grupo, choravam sozinhos. Ficaram deprimidos, caminhando lentamente, com as caudas e as cabeças baixas, até ao local onde Motaki foi morta. Só seis semanas mais tarde, a vida da alcateia voltou à normalidade. Também as raposas já foram observadas a protagonizar rituais funerários.

Fonte: ANDA






Deficiente visual mantém cão guia cego como pet


    Opal (à esq.) é a responsável por auxiliar seu dono e também seu ex-cão guia, Edward
   Crédito: Reprodução/ Daily Mail


O labrador Edward perdeu a visão devido a um problema de catarata, mas seu dono adotou outro cão para guiar ambos
A cumplicidade entre o labrador Edward e seu dono Graham Waspe vai muito além daquela construída pelo fato do cachorro ter sido o seu guia ao longo de seis anos. Os dois se tornaram tão amigos que mesmo depois que o animal perdeu a visão e precisou ter seus dois olhos retirados o britânico decidiu mantê-lo como pet.
De acordo com o jornal Daily Mail, como Graham ainda precisava de um novo guia, ele acabou adotando a labradora Opal para ajudá-lo e também a Edward. Em entrevista à publicação o britânico contou que sentiu-se devastado com a notícia de que um quadro severo de cataratafez com que seu amigo leal também perdesse a visão.
    Edward (à esq.) foi cão guia durante seis anos, cargo hoje ocupado pela cadela Opal
    Crédito: Reprodução/ Daily Mail

Felizmente, a adaptação de Edward foi completa, tanto que o animal pôde até ajudar sua nova colega nas atividades de cão guia. Também é comum ver os dois cães saindo para brincar juntos. Ainda segundo a publicação, Opal chegou em sua nova residência, em Suffolk, Inglaterra, em novembro de 2010, e levou pouco mais de um mês para se adaptar.
Agora, a labradora de dois anos, aos poucos, vai conquistando sua reputação no bairro, uma vez que Edward já é um velho conhecido de todos. Isso porque seu dono costuma dar palestras sobre a importância do trabalho dos cães guia e sempre leva os animais junto.

“Opal tem sido ótima para nós dois. Não sei o que seria de mim e de Edward sem ela”, declarou Graham ao Daily Mail. O britânico contou ainda que faz quatro meses que Edward está aposentado, mas permanece com o mesmo espírito brincalhão de sempre.

Fonte: PETMAG

Objeção de Consciência


Qualquer estudante, funcionário ou professor pode requerer um ensino ético, em que não haja o uso de animais, através da Carta de Objeção de Consciência.
Este é um direito previsto pela Constituição brasileira e pela Declaração Universal dos Direitos Humanos, o qual o Brasil é signatário. Caso alguma atividade não esteja de acordo com a consciência do indivíduo e não seja obrigatória por lei, este pode objetar-se.
Seja no curso de Psicologia, Ciências Biológicas, Medicina, Veterinária, entre outros, é possível aprender de forma ética, como por exemplo através de modelos, simuladores, filmes e vídeos interativos, realidade virtual, auto-experimentação, estudos de observação de casos reais (em que os animais realmente precisam de cuidados), experiências com células in vitro, uso de cadáveres de animais que morreram de forma não-induzida, etc. Dessa forma, os(as) alunos (as) aprendem sem escravizar os animais.
Esta carta é um recurso muito valioso na luta pela abolição da escravidão.
O ensino ético sequer prejudica o aprendizado. Grandes universidades, e a maioria delas, européias e norte-americanas e universidades de ponta não mais ensinam explorando os animais. De forma alguma os(as) estudantes de lá aprendem menos que o ensino tradicional escravocrata.
Segue abaixo o modelo da Carta de Objeção de Consciência que você estudante poderá entregar a seus professores e professoras solicitando o ensino ético. Editada da Interniche Brasil. Esta carta deve pode ser entregue pessoalmente ao Professor(a), neste caso entregue uma cópia e fique com outra para você (peça para ele(a) assinar a sua cópia). A carta também pode ser entregue por e-mail. Neste caso, envie uma cópia para seu e-mail também. Isto ajuda caso tenha que entrar com uma ação legal requerendo um ensino ético.
[UNIVERSIDADE...]
[CENTRO...]
[CIDADE e DATA]
De:
Para: Professor 
Assunto: Uso de animais para finalidades didáticas (vivissecção)
Caro Professor _____________,
Gostaria de respeitosamente informar-lhe que seria uma violação de minha postura pessoal e ética participar de qualquer atividade que envolva o uso de animais para finalidades didáticas. E isso inclui minha participação nas práticas exigidas pela disciplina de __________________, da __ª fase desta instituição, na qual o Professor propõe o uso de ______________ para estudo de ____________________ em aulas práticas.
Por isso, venho praticar meu direito à Objeção de Consciência (1), garantida pela legislação internacional de direitos humanos, conforme se verifica no artigo 18, primeira parte, da Declaração Universal dos Direitos Humanos, proclamada pela Assembléia Geral das Nações Unidas, em 1948, da qual o Brasil é signatário:
“Todo homem tem direito à liberdade de pensamento, consciência e religião”.
O Professor pode perceber que a objeção de consciência faz parte do conjunto de direitos e garantias do ser humano que tem por finalidade básica o respeito à sua dignidade, por meio de sua proteção contra o arbítrio do poder estatal e o estabelecimento de condições mínimas de vida e desenvolvimento da personalidade humana.
Direito este também redigido pela Constituição da República Federativa do Brasil, Capítulo I Dos Direitos e Deveres Individuais e Coletivos, de 1988, que afirma:
Artigo 5º: Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza [...],
nos termos seguintes [...]:
VIII – ninguém será privado de direitos por motivos de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei.
Visto que é um direito fundamental do ser humano, que venho exercê-lo agora, não só estou defendendo os direitos dos animais, como também venho defender um direito meu, pois discordo das maneiras como o Professor pretende cursar suas aulas práticas e estou disposta a substituí-las por uma outra metodologia em que não ocorra a escravização dos animais.
Além disso, posso discorrer sobre a Lei 9.605, que entrou em vigor no dia 30 de março de 1998, cujo grande mérito foi o de assegurar os direitos dos animais transformando em crime práticas de vivissecção em todo território nacional, caso não sejam adotados métodos alternativos, conforme seu artigo 32, §1°:
Artigo 32: Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais ilvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos:
Pena – detenção, de três meses a um ano, e multa.
§ 1º – Incorre nas mesmas penas quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos.
§ 2º – A pena é aumentada de um sexto a um terço, se ocorre morte do animal.
E ainda temos A lei federal nº 6.638, de 08 de maio de 1979 que veda a vivissecção (artigo 3°) nas seguintes hipóteses:
a) sem o emprego de anestesia;
b) em centros de pesquisas e estudos não registrados em órgão competente;
c) sem a supervisão de técnico especializado;
d) com animais que não tenham permanecido mais de 15 (quinze) dias em biotérios legalmente autorizados;
e) em estabelecimentos de ensino de 1º e 2º graus e em quaisquer locais
freqüentados por menores de idade.
Posso acreditar então, que o uso de animais abandonados nas ruas, como o Professor pretende, é crime e compreende pena de dez dias a um mês ou multa, conforme o artigo 64, § 1° da Lei das Contravenções Penais.(OBS.: MANTER ESTE ARGUMENTO NO CASO DE ANIMAIS RETIRADOS DAS RUAS, CASO SEJAM CRIADOS EM BIOTÉRIOS, RETIRAR)
Com o advento de materiais de software, realidade virtual, modelos anatômicos fabricados especialmente para o exercício dessas práticas ou até mesmo a utilização de cadáveres quimicamente preservados, muito utilizados pela USP, posso adquirir o conhecimento que a disciplina exige nesse semestre. A USP (Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia) adota o método Laskowski, que consiste no treinamento de técnica cirúrgica em animais que tiveram morte natural, a UNIFESP utiliza ratos de PVC nas aulas de microcirurgia, a UNB utiliza simulação computadorizada, a FMUZ utiliza cultivo de células vivas, etc. Existem vários estudos comprovando a seriedade de tais materiais e demonstrando que ao seguir esses métodos, o aluno aprenderá tanto quanto se utilizassem modelos vivos. (OBS.: ENTRAR EM CONTATO COM A WWW.INTERNICHEBRASIL.ORG PARA SABER DOS MODELOS ÉTICOS)
Ao contrário do que muitos pensam, esses materiais não são caros e podem ser conseguidos facilmente. Podem ter um custo mais elevado em curto prazo, mas como são modelos facilmente conserváveis, podem ser utilizados muitas vezes, por todos os alunos que cursarem a disciplina, o que abrange um maior número de pessoas e garante o conhecimento adquirido, já que permite ao aluno praticar novamente o estudo quantas vezes achar necessário.
Acredito que a utilização de animais em aulas práticas de nossa Universidade não deveria ocorrer da maneira como vêm acontecendo. Os animais têm direitos e é preciso respeitá-los. Animais são seres sencientes, capazes de sentir dor, assim como nós humanos. Por isso, eles têm o interesse básico de não sentirem dor e não serem tratados como objeto e propriedade.
Outro motivo relevante é a dessensibilização estudantil, que se caracteriza, principalmente, pelos alunos terem os animais como máquinas e os usarem como lhes convêm. Essa situação é muito comum na(UNIVERSIDADE) e deve sofrer modificações. Cursamos a faculdade de (CURSO) e devemos perceber os animais como criaturas passíveis de dor e desejos assim como nós, e não como meros seres, objetos de estudo e meios para se elevar na carreira profissional. Os animais não podem ser escravizados.
Sei que existem outras pessoas que não concordam com suas aulas práticas, mas que não se expõe por medo de suas represálias ou de professores futuros. Decidi realizar esse pedido formalmente porque sei que meus direitos são assegurados pela Constituição e que não sofrerei penalidades por acreditar nos direitos animais e no fim da escravidão animal, pois seria um equívoco ético se eu não me opusesse à vivissecção.
Afirmo novamente que estou disposto/disposta a procurar estudar o assunto através de algum outro método que não seja este proposto pela disciplina. Solicito encarecidamente que este assunto abordado pela disciplina possa ser acessado através de métodos éticos ou de qualquer outra atividade que não envolva o uso de animais, garantindo assim que minhas convicções éticas sejam respeitadas e que não seja prejudicada no conteúdo da disciplina. Para tanto, me disponibilizo a procurar me informar dos métodos éticos ou atividades que possam vir a substituir tais práticas.
Gostaria de obter uma resposta por escrito, se possível.
Obrigada pela atenção e compreensão,
NOME E ASSINATURA
CONTATO
(1) Bárbara Giacomini Ferrari, em sua monografia Experimentação Animal: Aspectos Históricos, éticos, legais e o direito à objeção de consciência, apresentada à Faculdade de Direito da Instituição Toledo de Ensino, conceitua “a objeção de consciência como sendo o comportamento individual e não violento de rechaço ao cumprimento de dever legal por motivo de consciência, com intenção imediata de alcançar isenção pessoal, a qual pode, ou não, vir a ser reconhecida pela ordem jurídica mediante a conciliação das normas jurídicas em conflito. (…) A objeção de consciência distingue-se da Desobediência Civil à medida que, por meio desta, primeiramente, busca-se persuadir as autoridades da necessidade de reforma normativa ou de mudança da política governamental. Busca-se, também, convencer a opinião pública, e, assim, trata-se de um recuso pedagógico das minorias para o esclarecimento das maiorias”.
Fonte: Gato Negro

China caminha para abolição de testes em cosméticos após inesperada decisão


Foto: Reprodução
Foto: Reprodução
Em puma jogada que surpreendeu a muitos, a Agência de Alimentos e Drogas da China (AADC) anunciou que tem planos para dar fim, no próximo verão, ao requerimento compulsório de testes realizados em animais para cosméticos fabricados dentro do país.
Segundo grupos de defesa animal, estima-se que só no território chinês 300 mil coelhos, ratos, entre outros animais, sejam usados para testar cosméticos no período de um ano. Com o novo projeto, companhias chinesas produtoras de cosméticos não definidos como “de uso especial” (como xampus ou perfumes) serão autorizados a pararem de testar seus produtos em animais e usar os dados já arquivados (para matérias primas catalogadas) e testes que não utilizem animais validados pela União Europeia (para novas substâncias), o que ativistas de direitos animais acreditam que salvará milhares de vidas.
Segundo Troy Seidle, diretor da divisão Be Cruelty Free (Esteja Livre de Crueldade) da Humane Society Internacional, essas notícias da China são um grande marco na campanha contra crueldade e podem constituir um divisor de águas significante no esforço global para dar fim aos testes que a indústria de cosméticos realiza em animais ao redor do mundo.
A AADC também declarou que talvez o novo sistema seja ampliado para incluir também produtos importados, o que a HSI afirma que removeria barreiras comerciais e permitiria que companhias livres de crueldade vendam seus produtos na China.
Coelhos utilizados em testes para cosméticos. (Créditos foto: Brain Gunn / IAAPEA)
Coelhos utilizados em testes para cosméticos. (Créditos foto: Brain Gunn / IAAPEA)
Na China, a obrigatoriedade dos testes em animais não tem sido apenas um destino terrível para os animais em laboratórios, como é também um problema para companhias que querem expandir o seu mercado, mas não estão dispostas a comprometer seus valores acerca dos testes em animais. Tem sido um problema também para empresas que afirmam ser livres de crueldade, mas enganam consumidores por permitir testes em animais para obter permissão de venda no mercado chinês.
Para consumidores que escolhem seus produtos porque eles são livres de crueldade, é um grande problema quando algumas empresas, como a Urban Decay, tiveram que aprender no erro depois de enfurecer milhares de consumidores com o anúncio de expansão para o mercado chinês. Outras empresas, incluindo Avon, Estee Lauder e Mary Kay, criaram dificuldades para si mesmas quando alegaram falsamente ser livre de crueldade, o que resultou em um processo judicial.
A UE, Israel e Índia proibiram o uso de animais em testes para a indústria de cosméticos, o que também provou ser problemático para algumas empresas. O requerimento para testar em animais em alguns mercados e a proibição do teste em outros deixam empresas com um dilema sobre aonde vender. Testar em animais é também desnecessariamente forçado e leva a testes duplicados com cobaias, mesmo quando seus produtos já são vendidos com segurança em outros mercados. Felizmente, parece que a tendência é se afastar dos testes em animais nos testes de segurança.
“Esse avanço significa que a última agência reguladora que requeria testes em animais está pronta para aceitar alternativas para a maioria dos cosméticos. Enquanto nós esperamos detalhes e mais confirmações do projeto, há potencial para transformar a situação para empresas de cosméticos éticas que até agora se recusavam a vender na China em prol de manterem seus nomes na lista da Leaping Bunny, que barra cosméticos cujos ingredientes foram testados em animais. Nós também agradecemos o papel da Comissão Europeia que nos informou que ofereceu suporte técnico e conselhos para a China nessa área”, disse Michelle Thew, chefe executiva da Cruelty Free International.
O programa da Leaping Bunny requer que empresas cujos produtos levam sua logo se prometam a não testar em animais em nenhum estágio da produção e permanecer abertos para auditorias independentes em prol de permanecerem certificados. O programa é gerenciado pela Coalition for Consumer Information on Cosmetics (Aliança para a Informação dos Consumidores de Cosméticos) nos Estados Unidos e no Canadá, enquanto que a União Britânica para a Abolição da Vivisseção o gerencia no Reino Unido e a Aliança Europeia para o Fim dos Experimentos em Animais na Europa. Mesmo produtos que são classificados como “não testados em animais” ou “livres de crueldade” podem ter tido seus ingredientes ou estágios de sua produção testados em animais por meio de empresas terceirizadas.
O plano da AADC ainda está sendo revisado e tem algumas ressalvas, mas ainda assim é um grande passo no caminho para o fim dos testes em cosméticos em escala global. Enquanto isso, grupos de apoio aos direitos dos animais juraram continuar seus trabalhos juntos ao governo chinês em prol de uma proibição absoluta.
Por Julia Troncoso (ANDA)