Animais abandonados na Associação de Proteção de São Leopoldo

O Quintal de São Francisco NÃO QUER ISSO PARA OS SEUS ANIMAIS. 

Não é fácil manter um abrigo de animais. Falta dinheiro, mão-de-obra, empenho dos cidadãos da cidade, das autoridades, que ficam tranquilas em suas residências e salas de trabalho enquanto a Associação tem que recolher animais que ninguém deseja. Fazem de conta que está tudo bem até que se escandalizam com uma cena dessas.

Sofridos estão todos, desde os animais até as pessoas que se propuseram a cuidar deles. É claro que a presidente está enlouquecida, não fala coisa com coisa e acaba levando a culpa sozinha por um cenário como este. É horrível!
 
Meu medo cresce a cada dia! Precisamos doar nossos animais, precisamos fechar o abrigo enquanto temos força para buscar recursos, mas só Deus sabe o que se sacrificou e se sacrifica para isso. Temos que nos juntar num esforço para DOARMOS os ANIMAIS do QUINTAL.
 
O descaso dos humanos, é responsável por este sofrimento. Me sinto impotente, fraca mesmo, quando vejo essa imagem... Prefiro morrer do que viver isto ou chegar a tal ponto com os nossos abrigados. Não chegaremos, não chegaremos, não chegaremos.
 
Meu Deus, o que fazer?
 
Angela Caruso - Presidente
Quintal de São Francisco
11 2062-8263
São Paulo-SP
 
Veja o link abaixo.
 

Cães são abandonados em associação de proteção de São Leopoldo

Centenas de animais não tinham comida nem água, e estavam vivendo em meio às fezes

 Confira a reportagem do Jornal do Almoço

Boletim Abril - Subprefeito de Parelheiros visita Abrigo do Quintal de São Francisco

Rating:★★★★★
Category:Other
Entre no link abaixo e se informe sobre a visita do Subprefeito de Parelheiros em nosso abrigo.
http://www.quintaldesaofrancisco.org.br/docs/BOLETIM_QUINTAL_MAIO_2009.doc

Angela Caruso - Presidente

Quintal de São Francisco
11-2062-8263
São Paulo-SP
www.quintaldesaofrancisco.org.br

Adotei um animal adulto!

 

Eu queria escrever um texto recheado de motivos que incentivassem as pessoas a adotarem um animal adulto. Li uma matéria alí, outra aqui, mas a verdade é que já existem tantos discursos interessantes sobre o assunto que acho que eu só ia "chover no molhado", sabe.

 

Então, nada mais honesto do que falar da minha própria experiência com a adoção de um animal adulto. Mas, já aviso, separem uma flanelinha pra limpar o monitor, pois é possível que eu começe a babar muito por aqui.

 

Ela chegou no fim de outubro do ano passado, com seus três bebês. Acolhi-a no meu apartamento depois que deu à luz no jardim do condomínio.

Antes, perambulou por aí. Abandonada, vagava de condomínio em condomínio à procura de carinho e comida. As crianças, muitas escondidas dos pais, sempre a socorriam com petiscos e brincavam com ela, principalmente em dia de festinha. Os adultos, bem, alguns ajudavam; outros, procuravam se livrar do problema. Três dias antes de dar à luz, foi jogada por cima do muro do meu prédio e caiu no buraco de uma piscina vazia. Ficou lá um dia inteiro, até que foi resgatada da construção abandonada.

 

Tenho que admitir que ela foi otimista ao voltar pra ter os filhotes aqui. Uma das crianças chamou-a de guerreira. Concordo. Pra mim ela é um pouco mais, é uma conquistadora de corações.

 

Sua adaptação em casa foi rápida. Desde o primeiro dia, já virava de barriguinha pra cima como se estivesse retribuindo o abrigo. Sempre "na dela", veio muito educada. Jamais pulou na pia ou no fogão e parecia pedir liçenca para entrar nos comodos da casa.

E que mãe dedicada aos filhotes...  nunca reclamou de nada, nem quando eu espirrava aquele remédio gelado na orelha dela pra curar a sarna de ouvido.

 

Ao sinal do primeiro cio, corremos pra castrá-la, pois ela já estava se mostrando impaciente e fazendo inspeção em todas as portas e janelas. Mas depois de castrada, virou uma filhotona. Brinca e se diverte, e como nos diverte com isso! 

 

Os filhotes foram doados com 60 dias de vida. Ela ficou. A única pessoa interessada na adoção tinha cachorrões bravos... então, percebemos que não queríamos que ela corresse mais riscos. No fundo, com ela passamos a rir mais. 

 

Além disso, com respeito e perspicácia, a danadinha conseguiu conquistar seu espaço até com a Phoebe, minha poodle ciumenta, que nunca aceitou aqueles filhotes saltitantes, insistentes  e inconsequentes que sempre passavam por aqui entre um resgate e outra adoção.

 

Seis meses depois, minha gata, que ganhou o nome de Filomena, está mais gordinha e até o pelo cresceu. Uma fofa!                          

                                               Filomena com os filhotes, no dia de sua chegada 

 

 

                                                                 e hoje, na poltrona preferida

 

 

O que eu posso dizer é: antes de setenciar, dê uma chance pra você e o bichinho.

 

Assim como muitas pessoas costumam ter preconceitos em adotar uma criança que não seja um bebê, o preconceito também existe com relação aos animais adultos. "Vai vir cheio de manias." é o que se costuma pensar. O que as pessoas não imaginam é que estão perdendo a oportunidade de conhecer uma personalidade diferente daquilo a que estão acostumadas, mas cuja maior mania é a de se contentarem com pouco. 

 

 

O site Quero Um Bicho (http://www.queroumbicho.com.br:80/texto_posse.htm) entre outras dicas legais, cita 12 vantangens em se adotar um animal adulto. Vou transcrevê-las aqui:

 

"Sim, os filhotes são muitos lindinhos, quase irresistíveis. Mas, os grandões também são maravilhosos e precisam de bons lares. Por isso, veja se você não se dispõe a abrir seu coração para um. Os adultos também são surpreendentes: 

 

-  Mais tranquilos, não latem muito e não choram à noite;

-  São mais obedientes por já terem uma capacidade de assimilação maior;

-  São mais independentes no caso de ter que ficar sozinhos por algumas horas;

-  Dificilmente destroem sapatos, móveis ou coisas dentro de casa;

-  Aprendem a fazer as necessidades no local adequado com maior facilidade e velocidade;

-  É mais fácil saber, antes de adotar, se ele é quieto, brincalhão, se gosta de correr ou se é mais reservado;

-  Você não terá dúvida alguma sobre o tamanho dele;

-  Evacuam menos que os filhotes (geralmente 2 ou 3 vezes por dia);

-  Se adaptam rapidamente ao ambiente e às pessoas da casa, incluindo as crianças;

-  Não precisam de duas a quatro doses de vacinas no primeiro ano como os filhotes (apenas a manutenção anual);

-  São mais atentos a chegadas de pessoas; No caso de cães, defendem mais a casa;

-  Serão amigos fiéis e eternamente gratos a você."

 

 

Abraços a todos

 

Iris

 

Ação Comunitária Parelheiros

 
Em abril, o Quintal de São Francisco promoveu um mutirão de limpeza em frente ao abrigo e contou com a colaboração de vários moradores.
 
Pintaram e reformaram a lixeira (de uso comunitário), retiraram o lixo jogado em via pública, cortaram todo o mato que tomava a calçada e dava "cobertura" para usuários de drogas, assaltos etc.
 
No final, a Angela pagou a rodada de cerveja prometida para esses moradores (todos homens, pois o trabalho era muito pesado), que começaram a trabalhar antes das 8h30, em pleno domingo.
 
Agora, vão manter o local limpo e pedir à sub-prefeitura para fazer calçadas. Quem sabe, ainda teremos um pequeno jardim no local. 
 
Foi uma bela ação de limpeza que beneficia e valoriza a comunidade, enfocando princípios da Saúde Pública. 
 
Agradecemos a todos aqueles que se prontificaram e se esforçaram para nos ajudar!
 
O local como era antes...
  
Começando a limpeza...

Todos ajudando...

Valeu o esforço!

Olha a diferença!

Agora é só manter.

Meus Caninos e Felinos

 

Olá, meninas.

 

No final do ano passado, perdi 4 cães e 1 gato em circunstâncias trágicas... No entanto, ainda somos uma grande família... 

 

 

Em anexo, toda a galerinha, onde os mais idosos e  todos os felinos vivem comigo em São Caetano e os caninos mais jovens, maiores ou mais elétricos vivem na chácara de Biritiba Mirim. 

 

Todos adotados. Poucos chegaram filhotes (Miucha, Chiquinha e Zezinho).

 

Os demais vieram adultos, doentes, famintos, assustados, com histórias tristes de abandono, maus tratos ou adoções mal sucedidas. 

 

Porém, nada que cuidado, paciência e carinho não reverta a situação e, hoje, recebo vários pedidos de adoção, especialmente dos que vivem na chácara, pois ficam mais visíveis às pessoas.

 

 

FORGET IT !!!  Porque esses são MEUS !!!

 

 

 

 

 

Verão também a Xuxa, após total recuperação do ataque de abelhas vivido em Ibiuna, em novembro de 2008.

 

 

 

 

Embora tenha ficado com seqüelas emocionais (medo de tudo, especialmente de qualquer coisa que voe), hoje, recuperou a saúde física e, aos poucos, está recuperando também a alegria de viver novamente ao ar livre.

 

Atualmente, ela vive ao lado da mãe: LILICA.

 

Abs,

 

 

Regiane