Quais os significados dos miados do seu gato?



Você sabia que os gatos têm sons específicos para demonstrar saudade, fome, felicidade e até dor? Aprenda a reconhecê-los

Por não conseguirem demonstrar seus sentimentos por meio de expressões faciais, os gatos possuem uma vasta comunicação, emitindo sons.

Miados


Ao miar, eles podem emitir diversas frequências de sons e cada uma possui um significado. Miados curtos, normalmente, são mais frequentes em atividades cotidianas, como ao ouvir o chamado do dono ou quando está com fome.
Já os miados mais longos, são emitidos quando os gatos estão com dores, feridos ou por fêmeas no cio. Se além de longos, os miados forem agudos, significa que o gato está “exigindo” algo, como por exemplo, ser alimentado naquele momento.

Os miados fracos, quase inaudíveis, podem ser considerados miados de saudade; normalmente os gatos emitem esse som quando reencontram seu dono, horas depois de terem passado algum tempo distante um do outro.

Ronronar


O ato de ronronar é, considerado por muitos, uma expressão de felicidade dos gatos. Mas já foi comprovado que o som pode ser emitido mesmo quando estiverem aborrecidos, machucados ou até sentindo-se ameaçados.

Os “ronrons” são emitidos pela vibração dos músculos da laringe e do diafragma do gato e ele consegue fazer isso ao mesmo tempo em que inspira e solta o ar.

Um estudo publicado pela Scientific American aponta que ronronar pode melhorar a densidade dos ossos e contribuir para a autocura dos gatos, em casos de ferimentos ou doenças.

Dicas para se comunicar melhor com seu gato



Você sabia que os gatos desenvolveram um sistema de comunicação com centenas de vocalizações diferentes para dizer aos humanos o que eles querem ou precisam? Palavra de cientistas. O corpo também diz muito: a cauda e os olhos indicam felicidade, agressividade ou medo.

Compreender como seu gato está se pedindo e como os gatos interpretam sua maneira de falar com eles pode ajudar a cultivar uma relação mais próxima com seu felino.

Anote aí cinco dicas para melhorar a comunicação com seu bichano:

Entenda o motivo e a forma como os gatos se comunicam


Miar não é o jeito preferido de falarem com você. A comunicação de um gato consiste num sistema complexo de olfato, expressão facial, linguagem corporal e tato. Os gatos sabem muito bem que não compreendemos os sinais não verbais que eles mandam uns aos outros, é aí que preferem vocalizar, numa tentativa de se comunicarem do nosso “idioma”. Fique atento aos sons e as ações que usam para falar com você, os gatos sempre aprendem um jeito novo de pedir alguma coisa.

Quais as circunstâncias de cada miado?


Observe seu gato enquanto ele mia e note se é capaz de distinguir quais sons ele usa em quais pedidos ou para quais protestos.

  • Miado curto: usado como reconhecimento geral e cumprimento padrão.
  • Muitos miados: cumprimentos entusiasmados.
  • Miado tom médio: pode ser um pedido por algo como comida ou água.
  • “Mrrroooow” longo: demanda mais insistente por um desejo ou necessidade.
  • “MRRRooooowww” grave: descontentamento, reclamação ou uma preparação para a briga.
  • Miado alto e grave: pedido urgente por alguma coisa, como comida.

Identifique a comunicação que não envolve miados


O miado é o som mais associado ao gato, mas não é o único. Temos também o
  • Ronronar: som vibratório feito com a garganta, que convida ao convida ao contato próximo ou pode ser tido como um pedido de atenção. O ruído é quase sempre associado ao contentamento.
  • Sibilar: sinal de agressividade ou autodefesa de um felino. Indica que o animal está infeliz, que se sente assustado ou ameaçado ou que pode estar se preparando para uma briga.

A cauda também manda sinais sobre como seu felino se sente

Como os cães, os gatos também se comunicam com o movimento das caudas. Observar a posição do rabo em conjunto com as vocalizações pode ajudar você a entender o que seu gato quer.
  • Cauda reta para cima e com a ponta curva: felicidade.
  • Cauda se contraindo: agitação ou felicidade.
  • Pelo da cauda armado: seu gato está agitado ou sentindo-se ameaçado.
  • Cauda vibrando: ele está animado e feliz em vê-lo.
  • Pelo esticado para cima com a cauda se curva: sinal de agressividade extrema, briga ou autodefesa.
  • Pelo esticado para cima, mas a cauda baixa: gato agressivo ou assustado.
  • Cauda para baixo, entre as pernas: seu gato está assustado.

Os olhos dizem muito


Repare nos olhos do seu gato, isso o ajudará a se conectar com seu felino e a ler seus sentimentos. 

Cuidado: encarar direto sem piscar pode ser entendido com agressividade pelo seu gato, o que o deixará desconfortável.
  • Pupilas dilatadas: pode significar animação ou medo. Use outros sinais para descobrir qual é o comportamento dele.
  • Olho no olho: quando um gato olha para os seus olhos, quer dizer que ele confia em você e se sente confortável na sua companhia.
  • Piscar lentamente: é um sinal de carinho.

Cavalo comove família de vaqueiro morto ao 'se despedir' do dono na PB


Levado para velório, cavalo reclinou a cabeça no caixão, em Cajazeiras.
Irmão do vaqueiro morto disse que vai cuidar e manter o cavalo na família.

Um cavalo comoveu a família e os amigos do vaqueiro paraibano Wagner Figueiredo de Lima, que morreu em um acidente de moto na madrugada do último dia 1º deste mês. O animal foi levado para se despedir do dono e ao ser colocado próximo ao veículo onde estava o corpo, deitou a cabeça sobre o caixão, um momento que chamou a atenção de todos que foram ao velório de Wagner de Lima. O enterro do vaqueiro aconteceu na tarde desta terça-feira (3) na cidade de Cajazeiras, Sertão da Paraíba.

“Esse cavalo era tudo para ele [Wagner], era como se o cavalo soubesse o que estava acontecendo e quisesse se despedir. Durante todo o trajeto até o cemitério ele relinchava e batia com as patas no chão”, disse Wando de Lima, irmão de Wagner. Foi Wando quem teve a ideia de levar o cavalo para o enterro do irmão e organizou as homenagens junto com outros vaqueiros e amigos de Wagner.

Com a morte do irmão, Wando de Lima disse que vai assumir a responsabilidade de manter e cuidar do animal.

Segundo ele, o cavalo que já estava há oito anos com Wagner vai ficar "para sempre" com a família.

Wagner de Lima Figueiredo tinha 34 anos e além de vaqueiro era funcionário da Prefeitura de Cajazeiras, no Sertão da Paraíba. Wagner morreu na madrugada do último dia 1º deste mês em um acidente de moto no estado do Rio Grande do Norte. Ele estava sozinho na motocicleta no momento do acidente e chegou a ser socorrido para um hospital da cidade de Mossoró, onde passou por cirurgia, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

Epilepsia em cães: quais os sintomas e como tratar?

A epilepsia em cães exige cuidados e atenção do tutor | Foto: Divulgação
Ver seu cãozinho ter uma crise epilética não é nada fácil. Mas, a epilepsia em cães pode ser uma doença comum e é preciso investigar as causas da doença para evitar que o animal sofra. Infelizmente, a doença é a mais comum na área neurológica. Ela acontece quando o cachorrinho tem espasmos ou convulsões provocadas por descargas elétricas dos neurônios.
Existem dois tipos de epilepsia. A primeira, conhecida como idiopática, tem origem genética e aparece quando o animal ainda é um filhote. Os casos costumam ser mais comuns em machos de raça pura. As mais comuns são Keeshond, Pastor Alemão, Bernese Mountain, Irish Wolfhound, Pastor Belga, Vizsla, Labrador Retriever, Pastor Shetland, Teckel, Beagle e Golden Retriver.
A epilepsia idiopática pode se intensificar com o passar do tempo ou pode estacionar, tudo isso vai depender da aplicação do tratamento adequado e da eficácia do mesmo.
O segundo tipo é a secundária, quando as convulsões são provocadas por fatores que envolvem acidentes, tais como pancadas, choques e fatores psicológicos. Por isso, você deve ficar atento aos sintomas que o cachorro apresenta. Se ele bateu a cabeça recentemente, a epilepsia pode ser temporária.
Portanto, não hesite em buscar ajuda médico-veterinária caso o seu animal dê sinais de agitação incontrolada, espasmos bruscos ou convulsões involuntárias. Eles podem ser sinal que o bichinho está com alguma desordem neurológica e precisa de atendimento especializado urgente. O tratamento envolve medicação especializada e cuidados com a alimentação.
Conheça outras doenças neurológicas que podem afetar os animais
Além da epilepsia, os animais domésticos podem desenvolver outras doenças relacionadas ao sistema neurológico. Fique atento (a) e aprenda a identificar os sintomas. Desta forma, você pode procurar o mais rápido possível a orientação de um veterinário.
Parkinson – A doença tem fama entre os seres humanos, mas você sabia que ela pode atingir também o seu cãozinho? Doença de origem hereditária, o Parkinson se apresenta nos cachorros com tremores nos membros inferiores, lentidão, dificuldades de equilíbrio e espasmos.
Demência – Cientificamente chamada de Síndrome de Disfunção Cognitiva, a demência atinge o mundo animal com desorientação, perda de memória e confusão. Os sintomas que podem ser observados são quando o seu cachorrinho olha muito para as paredes sem ter nada aparentemente diferente, quando anda muito em círculos e parecem desconhecer pessoas da família.
Miastenia Gravis – Essa patologia atinge principalmente os músculos, causando fraqueza. Isso acontece quando os neurônios não conseguem transmitir os impulsos para a musculatura. Desta forma, o animal não tem força para nada, por vezes, nem consegue ficar ereto sobre as quatro patas.

Animais traumatizados pelo abandono: como ajudar?





Resgatar ou adotar pets abandonados é um lindo gesto, mas requer compreensão e paciência. Confira as dicas para facilitar a adaptação dos amigos mais assustados. 



A maneira como tratamos os nossos animais de estimação sempre irá influenciar o comportamento e a forma como eles reagem a diversas situações cotidianas. Sempre que recebemos visitas em casa ou os levamos para passear, pode ser algo constrangedor, já que muitos animais estranham a quantidade de pessoas ao redor, o que pode resultar em comportamento agressivo e perda de controle do dono sob o animal.


Este comportamento pode ser tanto de animais comprados ou adotados, mas se tratando de animais que foram abandonados nas ruas, a maneira como eles se comportam está ligada principalmente ao seu passado, que em muitos casos trazem lembranças ruins de sofrimento, violência e inúmeros maus tratos.

Animais que são abandonados nas ruas são sempre os casos mais difíceis, em que a adaptação a um novo lar que lhe dê carinho, respeito e bons cuidados pode ser interpretada de forma errada pelo animal, que sempre viveu com medo, exigindo de seu novo dono paciência e conhecimento para ensinar as novas regras da casa.

Se você for adotar um cãozinho ou gatinho de centro de zoonoses ou até mesmo retirá-los das ruas, siga nossas dicas para garantir um ambiente agradável para ele e para a família.

  • Marque uma consulta com o seu veterinário de confiança. Peça para ele checar se está tudo bem com o animal, se será necessário fazer algum exame. Se você não souber nada do histórico do animal, peça a ajuda do veterinário para determinar uma idade aproximada e quais vacinas ele pode tomar e com que frequência. A consulta com o veterinário deve ser realizada antes de colocar o animal adotado ou resgatado em contato com outros animais.

  • Se o animal apresentar comportamento agressivo ou muito retraído, não deixe de pedir a ajuda do veterinário para saber lidar com essas situações. Manter o animal preso a uma coleira ou ficar o tempo todo com ele próximo a você não fará tão bem nesta nova fase. Não deixe de se informar!

  • Em casa, avise os familiares que eles terão um novo membro e prepare o ambiente para o mais novo morador. Reserve um cantinho para colocar a caminha, comedouro e bebedouro.

  • Se na sua casa houver crianças pequenas, ensine-as a respeitar o animal, não machucá-lo. Explique o porquê de não poder puxar o rabo, bater no animal e a fazer tantas outras traquinagens. Por ter vindo das ruas, os animais podem ser dóceis o tempo todo, afinal estamos dando carinho a eles, mas eles podem se irritar pelo simples fato de uma criança estar próxima, então vá preparando o terreno para ambos aos poucos, até todos se conhecerem. Nunca deixe a criança sozinha com o animal e observe sempre onde ela vai colocar a mão e o que ela oferece ao animal.

  • Se você estiver pensando em viajar nos próximos dias, previna-se e peça ajuda de algum familiar ou vizinho para ajudar a cuidar do animal. Existem muitos hotéis para animais, mas nem sempre temos dinheiro disponível para mais esta despesa.

  • Dar carinho e atenção é a melhor maneira de conquistar a confiança do animal. O que eles mais querem é ter uma vida saudável, longe de maus tratos e sofrimentos, perceba a reação do animal sempre que você se aproximar para dar comida e atenção a ele. É neste momento que você verá o quanto ele está grato pela ajuda.

O período em que há mais animais abandonados nas ruas é durante o verão, e pode parecer mentira, mas muitas famílias viajam neste período e abandonam seus animais de estimação nos mais diversos locais. Muitas famílias também abandonam seus animais porque vão se mudar para uma casa menor ou apartamento, ou o incômodo com os latidos dos cães a noite, reclamações de vizinhos e até mesmo o desconhecimento das responsabilidades necessárias na hora dos cuidados básicos de saúde, higiene e alimentação.

Há ainda pessoas que abandonam seus animais de estimação quando eles estão ficando velhos. Esta é uma das fases em que eles mais precisam de nossa atenção e ajuda. Parecidos com os seres humanos, os animais se tornam ainda mais dependentes nesta fase da vida, precisando de cuidados especiais, acompanhamento médico com um intervalo menor e em alguns casos medicação controlada. Devido a idade, alguns animais perdem todos os dentes, sendo necessária a preparação de uma alimentação diferenciada, com rações balanceadas para a idade e o porte do animal.

O número de pessoas que acolhem os animais abandonados e tentam incansavelmente conseguir um lar para nossos amigos é grande, o que nos conforta, já que sabemos que existem milhares de pessoas espalhadas por todos os lugares que querem garantir a felicidade de tantos animais e famílias.

Infelizmente os animais de estimação não sofrem maus tratos apenas enquanto estão nas ruas. Eles podem ter passado por situações de violência ocasionadas pela família com que conviviam também. Por isso é muito importante saber lidar com animais que tenham indícios de traumas sofridos por pessoas ou pela vida nas ruas.

Ajudar um animal acolhendo-o em casa como mais um membro da família, ou até mesmo levando ele para um centro de zoonozes e ONGs que acolhem animais abandonados, será uma grande ajuda, tanto para a sociedade que tem pessoas que querem cada vez menos ver animais abandonados nas ruas, como também para eles, nossos eternos amigos que serão gratos pela ajuda que você está dando.